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terça-feira, julho 12

Sobre a velhice...

Às vezes me pego pensando  que tipo de velha serei...
Uma velhinha gordinha, boazinha, daquelas que todo mundo gosta... ou daquelas velhinhas ranzinzas, que reclamam de tudo? Tô mais para a segunda. Não, eu não gosto de reclamar de tudo, na verdade preferiria ser a boazinha, mas tenho uma impressão forte que serei a segunda e isso me incomoda. Sou metódica, detalhista e perfeccionista... e só isso já me faz pensar que serei ranzinza quando estiver bem velhinha... por que já sou hoje (não muuuuito, só um pouquinho, mas o suficiente para saber o que serei no futuro).
Também acho que serei uma daquelas desmemoriadas. Alzeimer não, é esquecimento normal da idade, coisa de velhinha que esquece as coisas com o tempo...senilidade. Acho que vou ter pouca coisa para lembrar mesmo. Hoje á tenho poucas lembranças. Fico me perguntando se terei mais lembranças até ser velhinha.
Não lembro de muitas coisas da infância. Dizem que as lembranças são formadas por coisas marcantes que acontecem em nossas vidas, para o bem ou para o mal. Não as esquecemos por que foram importantes. Acho que não aconteceram coisas muito importantes na minha infância, pois não lembro de nada, nada, nada. Sim, isso às vezes me incomoda. Principalmente quando a conversa gira em torno de lembranças da infância. Em geral me calo e rio das histórias dos outros...
Minhas lembranças são turvas como sonhos em noites de chuva forte. Meninice idem e adolescência ibidem.
Mas também sei que estou exagerando. Sim também sou exagerada. 
Penso que na velhice não será muito diferente. Serei ranzinza, esquecida e exagerada... 
Mas espero que me amem mesmo assim... espero muito !

domingo, fevereiro 13

Musicalidade...saudade

Noite de sábado ótima entre amigos, com cantoria de músicas antigas, que marcaram uma época que não foi minha, mas que eu gosto demais...
Das músicas que cantei e ouvi... deixo aqui a que mais gosto, principalmente porque concordo muito com a letra ...




Quando Eu Me Chamar Saudade 
Sei que amanhã
Quando eu morrer
Os meus amigos vão dizer
Que eu tinha um bom coração
Alguns até hão de chorar
E querer me homenagear
Fazendo de ouro um violão

Mas depois que o tempo passar
Sei que ninguém vai se lembrar
Que eu fui embora

Por isso é que eu penso assim
Se alguém quiser fazer por mim
Que faça agora.

Me dê as flores em vida
O carinho, a mão amiga,
Para aliviar meus ais.

Depois que eu me chamar saudade
Não preciso de vaidade
Quero preces e nada mais



domingo, abril 25

Amo

Amo as frases ilustradas do Cléo Pontual, tanto que sempre que posso divulgo aqui as imagens .. agora tem uma novidade...por que as frases ilustradas agora ganham versão imãs de geladeira, graças ao site imacard.blogspot...a Promoção de lançamento era: imã 9x5cm por apenas 2,50 + frete. Aproveite!!! (não sei se ainda etá valendo), mas de qualquer forma acho que vale a pena tê-los em casa...
Fica a dica...



sexta-feira, março 19

ÔOOO Daniel Boone morreu... nostalgia

Agora a pouco vi na TV uma notícia sobre  a morte de um ator americano. Fess Parker morreu de causas naturais, em outras palavras ele morreu de velhice... Mas o que mais me chamou a atenção é que no passado, nas décadas de 60 e 70, Parker interpretou Daniel Boone na TV. E quando passou umas imagens dos filmes me lembrei imediatamente. Acho que assistia estes filmes quando era bem pequena, por que meu vô sempre assistia filmes de cawboys, de velho oeste e similares e eu, é claro, estava lá do lado, grudada assistindo também. Acho que eu já assistia as reproses das reprises, mas o que lembro é que gostava mesmo... deu uma saudade...

Daniel Boone (22 de outubro de 1734 - 26 de setembro de 1820) existiu de verdade e  foi um dos primeiros heróis populares estadunidenses. Foi um pioneiro e caçador que explorou as florestas ocupadas por nativos indígenas. Baseada em sua história existiu um seriado de tv, estrelado por Fess Parker.
Boone é mais famoso pela sua exploração e assentamentos de povoados, hoje, no atual estado de Kentucky nos E.U.A, do que era nas fronteiras ocidentais das Treze Colônias. Boone abriu caminho através das margens do rio Cumberland até o Kentucky, apesar da resistência dos índios americanos, o qual o Kentucky era o solo de caça tradicional, em 1775. Lá ele fundou a colônia de Boonesborough, um dos primeiros assentamentos de Língua Inglesa na região das Montanhas Apache. Antes do final do século 18, mais de 200.000 adentraram o Kentucky, seguindo o percurso marcado por Daniel Boone.
Boone continua a ser uma figura icônica na história americana. Ele era uma lenda em sua própria vida, especialmente depois de uma de suas aventuras ter sido publicada em 1784 em forma de conto, tornando-o famoso na América e na Europa. Após a sua morte, freqüentemente ele foi objeto de tais contos e obras de ficção. Suas aventuras real e mítico criaram o arquétipo do herói do Oeste americano folclórico. Na cultura popular americana, ele é lembrado como um dos primeiros desbravadores de fronteiras, apesar de muitas vezes, a mitologia eclipsar os verdadeiros detalhes de sua vida.

Fess Elisha Parker, Jr. ( Forth Worth, Texas, 16 de Agosto de 1924 - Santa Ynez, Califórnia, 18 de Março de 2010) foi um ator norte-americano bastante conhecido nos anos 1950 (interpretando Davy Crockett para a Disney) e principalmente como Daniel Boone nos idos de 1960. Abandonou a carreira de ator em 1973, era casado com a mesma esposa desde 1960 (Marcella). Aficcionado em vinhos, comprou um hotel em 1998 (The Grand Hotel, em Los Olivos, na Califórnia, hoje chamado de Fess Parkers Wine Country Inn & Spa. Parker morreu aos 85 anos de causas naturais em sua casa em Santa Ynez, Califórnia, perto da Parker Fess Winery em 18 de março de 2010.


Eita... foi só lembrar de Daniel Boone que lembrei logo de John Wayne... que eu também assistia as reprises das reprises com vovô ...
John Wayne marcou várias gerações de cinéfilos com seu tipo de atuar. O estilo machão, o bom cowboy do Velho Oeste foi seu personagem mais representativo. Dizia sobre si mesmo que nunca se considerou um bom ator, "sempre representei eu mesmo". Desde o início da carreira no cinema Wayne consolidou a imagem do "cowboy" invencível.
Filho de um farmacêutico, seu verdadeiro nome era Marion Michael Morrison. Ele detestava seu nome e ao entrar para o cinema o mudou para John Wayne, que tinha mais a ver com um rapaz de 1,92 m de altura e campeão de futebol, pela University of Southern California.

E a familia Walton? Alguém lembra? "boa noite, Mary hellen. Boa noite John boy"!

The Waltons (no Brasil: Os Waltons ou Familia Waltons) é uma premiada série de televisão dos Estados Unidos da América criada por Earl Hamner, Jr., baseada no livro Spencer's Mountain e no filme homônimo de 1963, com Henry Fonda e Maureen O'Hara.
Tinha, como tema central, a vida de uma família no meio rural da Virginia, na época da Grande Depressão e depois a Segunda Guerra Mundial. O filme piloto feito para a TV recebeu o título de The Homecoming: A Christmas Story e foi ao ar em 1971. A série foi exibida pela CBS de 1972 a 1981 (221 episódios). Depois do fim da série, três filmes para a TV foram exibidos em 1982 e depois mais três nos anos de 1990. A reprise da série ainda continua a ser exibida nos canais Hallmark dos EUA e do Reino Unido.
The Waltons foi produzida pela Lorimar Productions e distribuída pela Warner Bros. Domestic Television Distribution. No Brasil, os primeiros anos da série foram apresentados pela TV Globo, com grande sucesso.

Meu pensamento foi longe...rsrsrsrs. Muita gente nunca ouviu falar desses que falei aí encima... eu não sou tão vekha assim. É que quando criança eu não saia para lugar nenhum. Só ia da escola para casa e vice-versa e no tempo que ficava em casa, geralmente assistia TV e o que meu vô via, geralmente eu via também...rsrsrsr... podia até ser uns filmes chatos, mas eu terminava gostando. Adorava filmes com índios americanos, apaches, com aquele cabelões... os cowboys fortões...a mocinha frágil...  reprisadas mil e quinhentas vezes...às vezes é bom lembrar... nostalgia faz bem!!! E você. O que lembra de sua infância???